Estimados pastores,
O movimento gay não perde tempo e luta arduamente pelos seus interesses que ferem frontalmente valores cristãos.
Vejam, por favor, este link da organização cristã Portas Abertas:
http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=4452

No final dele, tem orientações de como reagir diante disso.
Ainda ressalto que, o princípio do Estado laico, no qual os homossexuais se apóiam, está sendo ferido pelo governo federal ao apoiar o movimento, pois ele (o governo) deveria se manter neutro neste questão, como podemos ver no artigo que segue:
Discurso religioso, aborto e Estado Laico

João Heliofar de Jesus Villar


O Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, ao declarar tempos atrás que o aborto não é uma questão religiosa, e sim de saúde pública, reavivou o debate sobre a questão. A declaração é importante porque, a rigor, estabelece um limite para a invocação de razões religiosas no debate público, tema recorrente nesta Folha. Talvez seja, de fato, mais conveniente discutir sobe o aborto sem os padres na sala. Mas seria essa uma opção pluralista?

Há dois pontos de vista básicos sobre a origem da vida. Ou ela é fruto do acaso e consiste numa força cega, sem significado e propósito, que saiu do nada e vai para lugar nenhum, resultado de infinitas mutações que se desenvolveram a partir de uma forma absolutamente primária etc. etc., ou resulta de um ato de criação de um ser inteligente e, por causa disso, tem significado, propósito, etc. etc.

Os dois pontos de vista são indemonstráveis. A vantagem do primeiro - a visão secular - consiste no fato de que sua argumentação, ainda que indemonstrada, é puramente naturalista e se ajusta ao método científico. Uso a expressão naturalista, que me parece melhor do que materialista, para nomear a visão de que a natureza é tudo o que existe, em contraposição àquela que concebe a existência de uma realidade sobrenatural.

Armand M. Nicholi Jr., professor de Psiquiatria na Universidade de Harvard (EUA), destaca em sua última obra que Freud dividia a humanidade em duas classes: os que crêem em Deus e os que não crêem. As visões de mundo de uns e de outros são radicalmente diferentes.

Entender, por um lado, que a vida é sagrada, por ser dom de Deus, ou por outro, que é um acidente natural a que o homem empreste valor conforme suas condições culturais, evidentemente, estabelecerá radical distinção nos valores de quem crê numa ou noutra hipótese. E como o Estado laico se posiciona em relação a isso?

Não se posiciona. Deixa ambos com seus pontos de vista e não toma partido. Estado laico não significa uma posição oficial pelo ponto de vista exclusivamente naturalista do mundo, mas uma opção por não se meter na discussão, concedendo liberdade a que crê e a quem não crê.

Vale lembrar o texto da primeira emenda da Constituição norte-americana, a primeira a regular a questão: "O Congresso não aprovará nenhuma lei relativa ao estabelecimento de religião ou que proíba seu livre exercício". Estado laico é aquele que está proibido de tomar partido em matéria de religião.

Isso, obviamente, não impede ninguém de expor sua posição na arena pública fundado em suas convicções (ainda que religiosas). Nenhuma regra impede o religioso de invocar suas razões numa discussão oficial, especialmente se o objeto da controvérsia girar em torno de valores, campo em que a ciência é muda e o naturalismo nada tem a dizer.

Dizer que as razões que se apóiam numa convicção religiosa se contrapõem ao Estado laico é torcer a regra e, a rigor, subordinar a visão de mundo do religioso à secular, arbitrariamente. Se a argumentação de um religioso objetiva proteger um valor tutelado pelo direito, não importa que invoque uma razão espiritual para se definir nessa posição.

Não importa por quê? Porque o tema é levado ao debate e pode ser contestado por quem pensa de modo diferente. Não há obscurantismo quando se tem a honestidade de defender um valor protegido pelo direito com base numa visão de mundo não secular e se está aberto ao dissenso.

O que gera o obscurantismo não é a fé, mas a proibição do dissenso, falha na qual incorrem muitos a invocar o Estado laico para, em discussões oficiais, fechar a boca de quem crê em Deus. A imposição de silêncio ao religioso significa que o Estado estaria obrigando a se posicionar sempre - e exclusivamente - a partir de postulados materialistas - tão metafísicos quanto os não materialistas - que violam sua convicção. O materialismo filosófico não é a única linguagem autorizada pelo Estado.

No fundo, o problema é outro: há no pensamento secular, ainda que não assumida, a convicção de que a fé é um perigo obscurantista que devemos banir do nosso meio o quanto antes, sob pena de restaurarmos a Idade da Trevas. Bobagem.

A história mostra que, para ser fanático, não é preciso ser religioso e que o obscurantismo não é fruto do fato de o sujeito crer em Deus e na existência de uma realidade sobrenatural. Hitler, Mao, Stálin, etc. não criam em nada disso. Obscurantismo é a proibição do dissenso.

João Heliofar de Jesus Villar, 44, é procurador da República da 4ª Região (Folha de São Paulo, 06.11.07).

Portanto, além de ferir o princípio do Estado laico, o governo deveria ser contra o movimento por ser nocivo à saúde, pois a prática constante do homossexualismo pode causar incontinência fecal, além de afrontar a família e a vida, porque a mesma se manifesta na dualidade do sexo, ou seja, homem e mulher, macho e fêmea.

Então temos motivos de sobre para nos opor a este movimento e propor a vida, a saúde e a observância correta do princípio do Estado laico.

Conto com seu apoio, portanto.

Pr. Carlos Osmar Trapp, presidente do Grupo Evangélico de Ação Política - GEAP.